SAMANTA NOGUEIRA | snogueira@redegazeta.com.br
Rádio CBN Vitória (93,5 FM)
Um protesto silencioso foi realizado neste sábado (19), em Vitória, em favor dos partos humanizados. Os manifestantes, homens e mulheres com os seus filhos, saíram em caminhada da praça de Jucutuquara e seguiram pela calçada da avenida Vitória até a maternidade Pro Matre. A Marcha pela Humanização do Parto ocorreu simultaneamente em diversas cidades do país.
O parto humanizado é aquele em que a mulher tem esclarecimentos e poder de decisão sobre o procedimento a qual será submetida, livre escolha dos profissionais que farão o atendimento e o direito ao acompanhante respeitado.
A ativista do movimento, Karime Marcenes, explicou que muitas mães acabam traumatizadas pelo atendimento durante o parto. Ela acredita que as mulheres precisam ser esclarecidas sobre outras alternativas de procedimento. Ter o filho deitada, por exemplo, pode não ser a melhor opção para a mulher, defende.
“Ficar deitada para o filho nascer, aumenta a dor e demora a saída da criança. Além disso, essa mulher será cortada para ter o filho. Geralmente, ela não sabe que pode ter o filho em outra posição e que o procedimento será seguro, se o profissional estiver disposto a acompanhá-la”, falou.
A opção encontrada por muitas grávidas é a cesariana para fugir das possíveis dores do parto normal. A psicóloga Cristiane Kondo acredita que são necessárias políticas públicas para incentivar o parto humanizado.
“Precisamos que mais profissionais estejam trabalhando alinhados com o parto humanizado e com as evidências científicas para que as mulheres não sejam obrigadas a ter o filho deitadas de barriga para cima. Isso diminui a oxigenação do bebê, dificulta a dinâmica do parto e a mãe precisa fazer ainda mais força”, disse.
Para Cristiane Kondo, o termo parto humanizado não deveria existir já que o respeito durante o parto é um direito de toda a mulher.
O parto humanizado é aquele em que a mulher tem esclarecimentos e poder de decisão sobre o procedimento a qual será submetida, livre escolha dos profissionais que farão o atendimento e o direito ao acompanhante respeitado.
A ativista do movimento, Karime Marcenes, explicou que muitas mães acabam traumatizadas pelo atendimento durante o parto. Ela acredita que as mulheres precisam ser esclarecidas sobre outras alternativas de procedimento. Ter o filho deitada, por exemplo, pode não ser a melhor opção para a mulher, defende.
“Ficar deitada para o filho nascer, aumenta a dor e demora a saída da criança. Além disso, essa mulher será cortada para ter o filho. Geralmente, ela não sabe que pode ter o filho em outra posição e que o procedimento será seguro, se o profissional estiver disposto a acompanhá-la”, falou.
A opção encontrada por muitas grávidas é a cesariana para fugir das possíveis dores do parto normal. A psicóloga Cristiane Kondo acredita que são necessárias políticas públicas para incentivar o parto humanizado.
“Precisamos que mais profissionais estejam trabalhando alinhados com o parto humanizado e com as evidências científicas para que as mulheres não sejam obrigadas a ter o filho deitadas de barriga para cima. Isso diminui a oxigenação do bebê, dificulta a dinâmica do parto e a mãe precisa fazer ainda mais força”, disse.
Para Cristiane Kondo, o termo parto humanizado não deveria existir já que o respeito durante o parto é um direito de toda a mulher.